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saiba as dificuldades para gravar o filme

Montamos um esquema para gravar e não atrapalhar ninguém, o que acho que é o mais importante. Foi bem complexo, a gente acordava uma da manhã. Precisava maquiar e já estar trabalhando com o parque fechado nas cenas mais controladas.
Rodrigo Van Der Put, diretor

O almoço era servido às 7h e o dia de trabalho se encerrava às 15h, algo desafiador para Eduardo Sterblitch. “A minha maior dificuldade foi dormir. A gente chegava no hotel às 15h. E eu pensava: ‘o que eu vou fazer?’. Não poderia fazer compras, porque não sou rico e não dava para comprar em real. Não dava para comer em restaurante pelo mesmo motivo. Então eu tinha que ficar no quarto lidando com essa ansiedade.”

Uma vez acordados, era preciso gravar nas atrações. Filmar dentro da VelociCoaster, a montanha-russa inspirada em “Parque dos Dinossauros”, deu bastante trabalho para a produção. Veja abaixo como é o brinquedo.

Nosso plano de filmagens tinha três dias e não podia mudar. Eram 200 pessoas envolvidas por questões de segurança, e para colocar as câmeras, só as equipes autorizadas do parque. Entrávamos as três da manhã, rodávamos das 6h até as 8h. A gente repetiu esse processo por três dias. Mas depois que tirávamos a câmera, o parque ainda fazia milhões de testes.
Luciana Boal Marinho, produtora

Eduardo Sterblitch e Pedro Burgarelli têm cenas gravadas diretamente da montanha-russa, mas as suas reações não foram atuadas. A produção não deixo que eles fossem à atração antes de gravarem, então, “foi um react”, qualificou Sterblitch.

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